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Aline CamposAdvocacia
Equipe reunida em volta de uma mesa

SobreAline Campos Advogada

Aline Campos Advogada

Nosso compromisso é transformar vidas por meio da justiça. Com uma advocacia humanizada e especializada, garantimos que pessoas autistas e pacientes tenham acesso aos seus direitos, enfrentando negativas de planos de saúde, dificuldades para obtenção de benefícios e outros desafios jurídicos.

Com anos de experiência, nossa equipe atua de forma estratégica para garantir um atendimento eficiente, transparente e acolhedor. Aqui, cada cliente é único, e cada caso recebe a atenção e dedicação que merece.

Anos de experiência
5+Anos de experiência
Valores
  • Ética
  • Lealdade
  • Responsabilidade
Dra. Aline Campos, advogada

Defendemos seus direitos com conhecimento, experiência e humanidade.

Por que escolher meu trabalho?Nossos diferenciais

  • Atendimento Personalizado

    Cada caso é único, e minha abordagem é estratégica para obter os melhores resultados.

  • Compromisso com Resultados

    Trabalho com foco na resolução eficaz de cada demanda.

  • Facilidade no Atendimento

    Consultas online e presenciais, contato direto por WhatsApp e acompanhamento próximo do seu caso.

  • Especialização e Atualização Constante

    Conhecimento profundo das leis previdenciárias, normas dos planos de saúde e direitos dos autistas.

Conheça nosso time deprofissionais

Somos uma equipe de profissionais especializados em direito da saúde, direitos dos autistas e defesa contra negativas de planos de saúde. Atuamos de forma técnica e estratégica, sempre focados no melhor resultado para nossos clientes.

Você não está sozinho! Conte com nosso suporte jurídico especializado.

Dra. Aline Campos no escritório

O que nossosclientes dizem

Cada caso é único, mas o nosso compromisso é sempre o mesmo: lutar pelos seus direitos com dedicação e humanização. Confira os relatos de quem confiou no nosso trabalho!

A Dra. Aline possui uma comunicação clara e objetiva, o que facilita muito a compreensão do processo. Além disso, é sempre solícita e disponível para tirar dúvidas. Agradeço por toda a dedicação e profissionalismo. Recomendo seus serviços a todos que buscam uma advogada de confiança.
Geovanna Zaneti Borges dos Santos
Sou muito grata pelo trabalho da Dra. Aline. Ela demonstrou total profissionalismo, competência e dedicação no meu caso, sempre me mantendo informada e disponível para esclarecer minhas dúvidas. Seu atendimento é excelente e a confiança que ela transmite é algo raro. Recomendo fortemente seus serviços a quem precisar de uma advogada de confiança!
Cleonice Zaneti
Profissional competente, antenciosa e honesta. Muito capacitada. Esclarece as dúvidas e nos direciona do começo ao fim de todo processo. Recomendo muito!
Jorge Berganton
Recomendo, a Drª Aline é uma profissional super competente, muito clara nos seus esclarecimentos e muito atenciosa nas reuniões de discussão de caso.
Vinícius Oliveira
Profissional qualificada e ótimo atendimento ! Solicita e dedicada em nós ajudar no direito do nosso filho … toda gratidão ao empenho da Dra Aline e Dra Amanda para o melhor tratamento do meu filho
Daniele Franchi
Excelente profissional ajudou muito a ser cumprido os direitos do meu filho autista
Alessandra Pagliari

Encontre respostas paraas suas perguntas

O que é o BPC/LOAS e como ele pode ajudar crianças autistas?

O BPC (Benefício de Prestação Continuada) é um direito garantido pela Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) e tem como objetivo proteger pessoas em situação de vulnerabilidade, garantindo um salário mínimo mensal para aqueles que realmente precisam.

No caso das crianças autistas, o BPC pode ajudar na qualidade de vida da família, permitindo o acesso a terapias, medicamentos e outras necessidades essenciais. Esse benefício não exige contribuição ao INSS, mas a família deve comprovar que possui baixa renda.

A renda da família pode impedir a concessão do BPC?

A regra geral diz que a renda por pessoa da família deve ser igual ou inferior a 1/4 do salário mínimo. No entanto, essa regra não é absoluta. Se a renda for um pouco maior, mas houver gastos elevados com terapias, consultas médicas, medicamentos ou outras despesas essenciais para a criança, é possível argumentar na Justiça que o benefício é necessário.

O direito humanizado entende que cada caso é único, e a Justiça pode considerar o impacto financeiro real da condição da criança na vida da família.

O que fazer se o INSS negar o pedido do BPC para uma criança autista?

Infelizmente, muitas famílias recebem a negativa no primeiro pedido, mas isso não significa que o direito não existe. Caso o benefício seja negado, é possível:

  • Recorrer administrativamente, apresentando mais documentos que comprovem a necessidade.
  • Entrar com uma ação judicial, onde um juiz pode analisar a realidade da criança e da família de forma mais humana e detalhada.

Muitos casos são revertidos na Justiça, pois o direito ao BPC leva em conta a dignidade da criança e suas necessidades reais, não apenas números frios de renda.

O BPC pode ser cancelado depois de aprovado?

Sim, o benefício pode ser revisto a cada dois anos pelo INSS para verificar se a criança ainda preenche os requisitos. Isso significa que a família pode ser chamada para apresentar novamente documentos e laudos médicos.

Se houver uma melhora na condição financeira da família ou se o INSS entender que a criança não precisa mais do benefício, o BPC pode ser cancelado. No entanto, se a família ainda precisa do benefício, é possível recorrer da decisão e até entrar com uma ação judicial para garantir a continuidade do pagamento.

Como solicitar um medicamento de alto custo pelo SUS?

Para pedir um medicamento de alto custo pelo SUS, siga estes passos:

  • Solicite ao médico um laudo detalhado explicando a necessidade do medicamento.
  • Reúna exames e documentos que comprovem a condição de saúde.
  • Preencha o formulário de solicitação do SUS e leve tudo a uma unidade de saúde ou farmácia de alto custo.

Se o pedido for negado, é possível recorrer administrativamente ou buscar o direito na Justiça.

O que fazer se o SUS ou o plano de saúde negar o medicamento?

Se o SUS ou o plano de saúde negar a medicação, você pode:

  • Solicitar por escrito a justificativa da negativa.
  • Juntar laudos médicos comprovando a necessidade do medicamento.
  • Recorrer administrativamente ou entrar com um pedido na Justiça.

A Justiça pode determinar que o medicamento seja fornecido com urgência, especialmente se for essencial para a saúde do paciente.

O governo é obrigado a fornecer medicamentos que não estão na lista do SUS?

Mesmo que o medicamento não esteja na lista oficial do SUS, é possível consegui-lo pela via judicial. Para isso, é necessário comprovar que:

  • O medicamento é essencial para o tratamento.
  • Não há outra alternativa disponível na rede pública.
  • O custo torna impossível a compra pela família.

Com esses argumentos e documentos médicos, a Justiça pode determinar que o governo forneça o medicamento.

O que fazer se o plano de saúde negar um tratamento ou cirurgia?

Se o plano de saúde negar um procedimento, exame ou cirurgia prescrita pelo médico, você pode:

  • Solicitar a negativa por escrito e o motivo da recusa.
  • Verificar se o procedimento está no Rol da ANS (mesmo que não esteja, pode ser possível exigir a cobertura).
  • Registrar uma reclamação na ANS e, se necessário, entrar com uma ação judicial com pedido de liminar para garantir o atendimento imediato.
O plano de saúde pode cancelar meu contrato sem aviso?

Não! O cancelamento do plano de saúde só pode ocorrer em situações específicas, como falta de pagamento superior a 60 dias (com aviso prévio de 10 dias) ou fraude comprovada.

Se o plano cancelar indevidamente, é possível contestar administrativamente ou recorrer à Justiça para reativar o contrato.

O que fazer se o plano de saúde limitar o número de sessões de terapia ou exames?

O plano de saúde não pode limitar sessões de terapias essenciais, como as necessárias para autistas (psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, etc.). Se houver recusa ou limitação indevida, o paciente pode:

  • Exigir a cobertura com base na regulamentação da ANS.
  • Fazer uma reclamação formal na ANS e no Procon.
  • Buscar a Justiça para garantir o tratamento completo.